A incidência da contrafacção e comércio ilegal de produtos fitofarmacêuticos a nível global tem vindo a crescer substancialmente ao longo dos últimos anos, especialmente com o aumento da capacidade de produção de genéricos, processos de produção e, rotulagem computorizadas e desleixo das leis de comércio globais e regionais. Alinhada com este crescimento, está a actividade do crime organizado em vários países, onde o comércio ilegal de produtos fitofarmacêuticos é visto como uma actividade lucrativa, com poucos riscos de ser travada e punida.
A situação na União Europeia e noutros países europeus tem seguido tendências idênticas reportando o aumento da contrafacção e de outros produtos fitofarmacêuticos ilegais que estão a ser disponibilizados no mercado.
A importação e uso de produtos ilegais e de contrafacção/falsificação tem sérias consequências negativas, especialmente na área da saúde dos utilizadores e consumidores, e ao nível da protecção ambiental. Para além disso, a viabilidade comercial dos agricultores, distribuidores e as áreas de investigação e desenvolvimento das empresas produtoras de produtos fitofarmacêuticos poderá ser negativamente afectada. |