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COMUNICADOS DE IMPRENSA DA ANIPLA NO ANO DE 2003 |
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:: ANIPLA ORGANIZA SIMPÓSIO "AGRICULTURA EM TEMPO DE MUDANÇA" - NOV 2003
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:: LAGOA DE MELIDES - INDÚSTRIA AGROQUÍMICA CONTESTA COMUNICADO DO MINISTÉRIO DO AMBIENTE - JUL 2003
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:: ANIPLA CONTESTA MINISTÉRIO DO AMBIENTE NO CASO DE MELIDES
- JUL 2003
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:: O MERCADO PORTUGUÊS DE AGROQUÍMICOS DECRESCEU 2% EM 2002
- FEV 2003
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:: ANIPLA JÁ ESTÁ ON-LINE - JAN 2003
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ANIPLA ORGANIZA SIMPÓSIO "AGRICULTURA EM TEMPO DE MUDANÇA" |
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A ANIPLA – Associação Nacional da Indústria para a Protecção das Plantas vai realizar nos dias 26 e 27 de Novembro de 2003, em Alcochete, um Simpósio de âmbito nacional subordinado ao tema – “Agricultura em Tempo de Mudança”.
A mudança, sempre inerente à evolução e desenvolvimento dos vários sectores da economia, tornou-se uma constante num mundo em que Tecnologia e Ambiente crescem lado a lado.
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Assim, a ANIPLA propõe-se criar um espaço de informação e debate que permita clarificar a forma como as várias áreas do Sector agrícola se irão adaptar ou antecipar às mudanças que se vivem e que se avizinham num futuro muito próximo.
Temas como a Política Agrícola Comum, Novas Tecnologias de Produção, Segurança Alimentar e Gestão de Resíduos, entre outros, serão alvo de discussão. O Simpósio contará ainda com a participação de várias entidades actuantes no Sector, o que nos vai permitir assistir a 2 dias plenos de informação, inovação e debate.
Dado o interesse nacional dos temas a abordar e o distinto conjunto de oradores convidados, a ANIPLA pensa contar com uma audiência mista de participantes da indústria, entidades oficiais, agricultores, técnicos, distribuidores, estudantes e outros agentes que de alguma forma se relacionam, com o mercado agrícola.
O programa e ficha de inscrição poderão ser visualizadas na página da ANIPLA – www.anipla.com. As inscrições, em número limitado, serão validadas por ordem de chegada.
Mais informação sobre o programa e modo de inscrição pode ser obtida com Drª Mónica Onofre ou Engº Paulo Cruz, através do nº de telefone 214 139 213, fax 214 139 214 e e-mail anipla@anipla.com.
A ANIPLA é composta por 11 empresas associadas (Agroquisa, S.A.; Bayer CropScience, Lda.; BASF Española S.A.; Dow Agroscience Ibérica, S.A.; Du Pont Portugal, Lda; Fitoquímica, Lda; Monsanto II, Lda; Nufarm Portugal, Lda; Sapec Agro, S.A.; Selectis, S.A.; Syngenta Crop Protection, Lda) e representa cerca de 95% do mercado nacional de produtos fitofarmacêuticos. |
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LAGOA DE MELIDES - INDÚSTRIA AGROQUÍMICA CONTESTA COMUNICADO DO MINISTÉRIO DO AMBIENTE |
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A ANIPLA, Associação da Indústria Agroquímica congratula-se com o Comunicado revelado ontem pelo Ministério da Agricultura sobre a verdadeira causa da morte dos peixes na Lagoa de Melides.
Apesar dos resultados das análises efectuadas pelo Instituto do Ambiente, os níveis do herbicida molinato encontrados na água nunca poderiam ter sido a causa da mortandade dos peixes. O valor de 3,9 microgramas/l (4000 vezes inferior ao nível tóxico para a espécie de peixes mais sensível) encontra-se ainda abrangido pelos objectivos de qualidade para as águas superficiais, não podendo por isso afirmar-se que se tratou de má prática agrícola.
O relatório do IPIMAR, relativo às análises efectuadas nos peixes mortos, revela que a verdadeira causa foi o desenvolvimento excepcional de cianobactérias, tóxicas para os peixes, e não deixa dúvidas quanto à origem do problema.
As declarações proferidas pela Porta-Voz do Ambiente, Natália Carvalho - "Em nenhum momento o Ministério do Ambiente estabeleceu uma causa/efeito entre a concentração de herbicida e a morte dos peixes", revelam a tentativa de desresponsabilização deste Ministério no que respeita à atitude acusatória em relação ao molinato. Desde o primeiro dia que o herbicida molinato é indicado pelo Ministério de Amilcar Theias, como a possível causa de tão terrível incidente.
Mais uma vez lamentamos que o empenhamento e vigor patente nas acusações iniciais proferidas quer pelo Ministério do Ambiente, quer por responsáveis da Quercus, morra agora na divulgação da verdadeira causa do incidente.
As Entidades devem ser alvo de grande seriedade nas suas atitudes, só assim poderão ser respeitadas. |
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18 de Julho de 2003 |
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ANIPLA CONTESTA MINISTÉRIO DO AMBIENTE NO CASO DE MELIDES |
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A Associação Nacional da Indústria para a Protecção das Plantas está indignada com a forma como o Ministério do Ambiente abordou o caso do incidente ocorrido na Lagoa de Melides. Desde o primeiro dia que o herbicida molinato é indicado como a possível causa de tão terrível incidente. Esta atitude do Ministério do Ambiente revela, não só um total desconhecimento da forma de actuação do produto, bem como indicia a tentativa de desresponsabilização deste Ministério pelas devastadoras consequências.
Uma vez que o primeiro "indício" se centrava na má prática agrícola, e após esta longa espera, a ANIPLA estranha que não tenha sido revelada qualquer posição do Ministério da Agricultura. Curiosamente, a Direcção Geral de Protecção das Culturas (DGPC) foi a entidade que elaborou a monografia do herbicida molinato no âmbito do processo de reavaliação de substâncias activas a nível europeu, o que conduziu à sua inclusão no Anexo I da Directiva 91/414/CE no dia 4 de Julho do presente ano. Assim, ninguém melhor do que esta Direcção-Geral para poder esclarecer em detalhe qual a perigosidade dos valores que vieram a público.
Certamente que a DGPC poderia confirmar que, de acordo com os valores publicados no relatório de revisão e validados por todos os estados-membros, o valor de 2 microgramas/l indicado como limite legal para o molinato nas águas superficiais, foi calculado tendo em conta o organismo aquático mais sensível (a alga S.capricornutum), a cuja toxicidade aguda de 0,22 miligramas/l foi aplicado um factor de segurança de 100. Para o peixe mais sensível (O.mykiss) o valor da LC50 (Concentração Letal para 50% da população) é de 16miligramas/l ou seja 4000 vezes superior ao valor mais alto doseado nas análises (3.9 microgramas/l). Assim, de acordo com o factor de segurança aplicado, este valor encontra-se abrangido pelos objectivos de qualidade para as águas superficiais, não podendo por isso afirmar-se que se trata de má prática agrícola.
A ANIPLA partilha ainda da indignação dos agricultores da zona. Confia na experiência dos orizicultores e está em crer que a eles não se pode atribuir, tão gratuitamente, as culpas por este acidente.
A Associação entende que não é natural que o Ministério do Ambiente dê por encerrado o caso, sem que se conheçam em detalhe as verdadeiras causas do incidente. Na opinião da Indústria Fitofarmacêutica esta atitude não se coaduna com a responsabilidade de um Ministério Público, no que respeita, não só à obrigação de informar correctamente o público em geral, apesar de neste caso se tratar de rectificar informações mal fundamentadas, como também ao apuramento das verdadeiras causas de forma a evitar que este tipo de situações se voltem a repetir.
Tal como já expresso por outras entidades, a ANIPLA entende que o processo não está concluído e aguarda, com expectativa, a revelação das verdadeiras causas do incidente, num curto prazo.
As Entidades devem ser alvo de grande seriedade nas suas atitudes, só assim poderão ser respeitadas. |
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15 de Julho de 2003 |
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O MERCADO PORTUGUÊS DE AGROQUÍMICOS DECRESCEU 2% EM 2002 |
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O valor do mercado global foi de 113,88 mio €, havendo uma quebra de -2 % relativamente ao ano transacto.
Sendo o segmento dos fungicidas, o maior do nosso mercado (47,2 mio €), a sua quebra em -9 pontos percentuais é a causa principal do decréscimo do mercado total. Neste importante segmento verificaram-se perdas nos maiores grupos de fungicidas ou sejam, nos anti-míldios (21mio €) com -11%; nos anti-oídios (7 mio €) com - 4%; nos ditiocarbamatos (5 mio €) com -6%; nos anti-botrytis (3 mio €) com -12%, nas estrobilurinas (1,7 mio €) com -18% e nos anti-pedrados sist. (1,6 mio €) com -25%. Este decréscimo no segmento dos fungicidas deveu-se à baixa pressão das doenças nas principais culturas. Verificou-se, no entanto, um aumento da quantidade total dos fungicidas devido principalmente ao consumo acentuado do enxofre em pó, consequência das condições climáticas verificadas.
O mercado dos insecticidas (21,3 mio €) apresentou um crescimento de 9% no qual o grupo mais representado, o dos organofosforados (8 mio €), teve um acréscimo de 17%. A família dos piretróides (4 mio €) mostrou uma estabilização. As condições meteorológicas verificadas neste ano agrícola, tempo relativamente seco, favoreceu o desenvolvimento de pragas e consequentemente à subida do mercado dos insecticidas.
A família dos herbicidas (39,6 mio €) teve um ligeiro acréscimo de 1% em valor, apesar da quebra de mercado em -8 pontos do maior segmento de herbicidas - herbicidas não selectivos e não residuais- (15 mio €). É de se destacar o comportamento positivo dos herbicidas para o milho (8 mio €) com um crescimento de 7% onde o mercado dos herbicidas específicos anti-junça cresceu cerca de 40%. Contrariando o crescimento do segmento dos herbicidas em valor, a quantidade de produto comercializada foi menor relativamente ao ano transacto, devendo-se este desvio à substituição de alguns herbicidas, por outros de dose inferior por hectare.
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Mercado Português de Agroquímicos (à Distribuição)
Ano de 2002 |
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Segmentos |
Valor (M€) |
Variação % (1) |
Quantidade (T ou ML |
Variação % (1) |
| Fungicidas |
47.234 |
-9% |
15.005 |
8% |
| Inecticidas |
21.309 |
9% |
2.824 |
8% |
| Herbicidas |
39.594 |
1% |
5.864 |
-8% |
| Diversos |
5.740 |
-3% |
2.061 |
7% |
| Total |
113.876 |
-2% |
25.753 |
4% |
| (1) A variação refere-se a igual período do ano anterior! |
| Fonte: GAMMA |
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Valores do Mercado em 2002 actualizados em Dez de 2003 devido à alteração do número de empresas que incluem o estudo do mercado |
| Vendas de Fitofarmacêuticos em Valor (mil euros) |
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Segmentos |
Ano 2002 |
| Fungicidas |
49.365 |
| Inecticidas* |
22.016 |
| Herbicidas |
41.102 |
| Diversos |
5.813 |
| Total |
118.296 |
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Vendas de Fitofarmacêuticos em Volume (mil toneladas) |
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Segmentos |
Ano 2002 |
| Fungicidas |
16.918 |
| Inecticidas* |
3.032 |
| Herbicidas |
6.137 |
| Diversos |
2.125 |
| Total |
28.212 |
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18 de Fevereiro de 2003 |
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ANIPLA JÁ ESTÁ ON-LINE |
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A ANIPLA - Associação Nacional da Indústria para a Protecção das Plantas, já pode ser visitada na Internet -http//WWW.anipla.com
A Protecção das Plantas, adaptada às exigências crescentes de um mercado em constante evolução, apenas poderá cumprir plenamente a sua função, se for apoiada por um sistema de informação que permita um permanente contacto com todos os intervenientes envolvidos nesta área. Neste âmbito, a criação de um site na Internet irá permitir aos seus utilizadores, não só conhecer com detalhe a actividade da ANIPLA nos domínios técnicos, científicos e regulamentares, bem como ter acesso a um vasto leque de informações essenciais à actividade da protecção das plantas em Portugal. |
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14 de Janeiro de 2003 |
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CONTACTO ANIPLA:
Mónica Onofre
Tel: 214 139 213/ 914 548 907 Fax: 214 139 214
E-mail: anipla@anipla.com |
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