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  COMUNICADOS DE IMPRENSA DA ANIPLA NO ANO DE 2004
       
    :: INDÚSTRIA FITOFARMACÊUTICA CRIA SISTEMA DE GESTÃO DE EMBALAGENS DOS SEUS PRODUTOS - OUT 2004
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    :: ELEIÇÃO DOS ORGÃOS SOCIAIS DA ANIPLA PARA O TRIÉNIO DE 2004/2006 - MAR 2004
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    :: O MERCADO PORTUGUÊS DE AGROQUÍMICOS DECRESCEU 2,8% EM 2003
- FEV 2004
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    :: CONCLUSÕES DO SIMPÓSIO "AGRICULTURA EM TEMPO DE MUDANÇA"
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INDÚSTRIA FITOFARMACÊUTICA CRIA SISTEMA DE GESTÃO DE EMBALAGENS DOS SEUS PRODUTOS
A ANIPLA – Associação Nacional da Indústria para a Protecção das Plantas, em conjunto com a GROQUIFAR – Associação de Grossistas de Produtos Químicos e Farmacêuticos, vai entregar no Instituto dos resíduos (INR) uma proposta para o licenciamento do futuro Sistema Integrado de Recolha de Embalagens Vazias de Produtos Fitofarmacêuticos, propondo-se iniciar esta actividade em 2005.

O funcionamento do sistema será da responsabilidade de uma Entidade Gestora, entretanto criada para o efeito, cujos signatários são aquelas duas associações empresariais portuguesas.

Baseando-se em algumas experiências europeias e nos resultados dos dois projectos-piloto entretanto realizados em 2003 e 2004, a indústria fitofarmacêutica está assim apta a dar solução a uma das mais importantes necessidades da agricultura em Portugal.

Apesar destes resíduos de embalagens serem incomparavelmente baixos quando confrontados com outros fluxos de resíduos produzidos no nosso país – menos de 0,3% dos resíduos industriais – este Sistema Integrado irá certamente dar um contributo importante para a preservação e conservação do meio ambiente.

10 de Outubro de 2004
 
ELEIÇÃO DOS ORGÃOS SOCIAIS DA ANIPLA PARA O TRIÉNIO DE 2004/2006
 

Realizou-se no passado dia 22 de Março a Assembleia Geral da ANIPLA onde foram eleitos os novos Órgãos Sociais da Associação para o triénio 2004/2006.
A aprovação da lista proposta para a constituição dos novos Órgãos Sociais foi unânime entre todos os Associados da ANIPLA e é composta pelas seguintes empresas:

MESA DA ASSEMBLEIA GERAL
Presidente Du Pont Portugal, Lda, representada por Luís Saramago
1º Secretário Selectis S.A., representada por João Pestana
DIRECÇÃO
Presidente Syngenta Crop Protection, Lda, representada por António Saraiva
Secretário Nufarm Portugal, Lda, representada por Jorge Castro;
Tesoureiro Bayer Cropcience, Lda, representada por Peter Eilers;
Vogais Agroquisa, Agroquímicos, S.A., representada por Miguel Vieira de Freitas;
  Sapec Agro, S.A., representada por José Maria Rodrigues Lopes.
CONSELHO FISCAL
Presidente Fitoquímica, Lda, representada por Rui Vieira.
Vogais Dow Agroscience, Lda, representada por Mário Vietto
  Monsanto II, Lda representada por António Forcén.
Numa envolvente do negócio dos produtos de protecção das plantas (PPP’s) em plena mudança a indústria responde prontamente às condicionantes e aos desafios que se lhe deparam.
A interferência da sociedade europeia na actividade agrícola traduzida na nova Política Agrícola Comum lança ainda mais questões sobre o futuro quando nos aproximamos do alargamento.
A obtenção de produtos agrícolas e seus transformados tem cada vez mais intervenientes: não só aqueles que actuam directamente no processo produtivo mas também aqueles que regulam toda esta actividade.


A nova Direcção da ANIPLA, representando cerca de 95% da indústria da protecção das plantas alinha-se perante estas novas realidades. No plano de acção proposto para 2004 destacam-se actividades como o desenvolvimento de uma entidade gestora de resíduos de embalagens de produtos fitofarmacêuticos e a produção de material informativo de distribuição gratuita sobre temas tais como segurança, alimentar, directiva das preparações perigosas, métodos agrícolas. A intensificação das relações com as entidades oficiais que regulam o Sector, a disponibilidade para responder prontamente a solicitações que nos chegam do exterior bem como a participação nas acções formativas/informativas desenvolvidas por outras entidades, são actividades constantes na vida da nossa Associação.

29 de Março de 2004
 
O MERCADO PORTUGUÊS DE AGROQUÍMICOS DECRESCEU 2,8% EM 2003

No ano de 2003, o mercado global foi de 115,09 milhões de euros, indicando uma quebra de -2,8% relativamente ao ano anterior (118,3 milhões de euros).

O ano agrícola foi marcado por um Outono / Inverno muito chuvoso o que contribuiu para o aumento verificado na procura de herbicidas. Mas, o tempo quente e seco que se verificou em grande parte da Primavera e no Verão, com prolongados períodos de temperaturas extremamente elevadas, teve como consequência uma fraca pressão de doenças, originando um decréscimo no mercado de fungicidas.

A quebra de vendas verificadas nos segmentos dos fungicidas e dos insecticidas não foi compensada com o aumento patente no segmento dos herbicidas, afectando negativamente o valor final do mercado.

Teve particular importância no decréscimo do valor total do mercado as perdas registadas nos principais grupos de fungicidas tais como os enxofres com -12%, os anti-botrites com -22%, os anti-míldios e anti-oídios com -8% e -2% respectivamente e os anti-pedrados com -38%.

Por oposição aos fungicidas, no segmento dos herbicidas verificaram-se incrementos nas vendas de produtos destinados à cultura do milho em 3%, à cultura do arroz em 15%, à cultura da beterraba sacarina em 12% e no grupo dos herbicidas "não selectivos e não residuais" em 8%.

 

   
Mercado Português de Agroquímicos (à Distribuição)
Ano de 2004
         
Segmentos
Valor (M€)
Variação % (1)
Quantidade (T ou ML
Variação % (1)
Fungicidas 46.129 -6.6% 16.306 -3.7%
Inecticidas 20.446 -7.2% 2.985 -1.6%
Herbicidas 42.670 3.8% 6.288 2.4%
Diversos 5.849 0.5% 1.827 -14.1%
Total 115.093 -2.8% 27.406 -2.9%
(1) A variação refere-se a igual período do ano anterior!
Fonte: GAMMA
         
 
 
CONCLUSÕES DO SIMPÓSIO "AGRICULTURA EM TEMPO DE MUDANÇA
O Simpósio “Agricultura em Tempo de Mudança, realizado pela ANIPLA nos dias 26 e 27 de Novembro de 2003 no Hotel Al Foz, em Alcochete, contou com a presença de 185 representantes da Indústria, entidades oficiais, agricultores, técnicos, distribuidores, Universidades e outros agentes que de alguma forma se relacionam, com o sector agrícola em Portugal.
Os temas, cuidadosamente seleccionados de acordo com o que a Indústria julga serem as maiores preocupações actuais, foram ilustrados com interessantes comunicações apresentadas pelo distinto grupo de oradores convidados.
O objectivo de dar a conhecer a todos os participantes a forma como as várias áreas do sector agrícola se irão adaptar ou antecipar às mudanças que se vivem e que se avizinham num futuro muito próximo, foi globalmente atingido.

No dia e meio de sessões que constituíram o Simpósio foram abordados diversos assuntos que deverão ser considerados como vectores de mudança em Portugal.
A abertura do Simpósio, efectuada pelo Senhor Secretário de Estado do Desenvolvimento Rural, Dr. Bianchi de Aguiar incidiu sobre a temática da Política Agrícola Comum, pela sua abrangência quer em termos políticos quer em termos económicos.
No que respeita às Novas Tecnologias de Produção, foram apresentados alguns dos métodos de produção inerentes a uma agricultura que se quer económica e ambientalmente sustentável.
O Tema da Segurança Alimentar, preocupação de todos os intervenientes na cadeia alimentar, foi abordado nas suas mais diversas perspectivas tendo como objectivo fazer chegar ao consumidor, cada vez mais exigente com a sua segurança alimentar, alimentos seguros e saudáveis.
Legenda da Fotografia (Esq. para a Dir.): Secretário de Estado do Desenv. Rural – Prof. Bianchi de Aguiar; Presidente da ANIPLA – Engº António Saraiva; Director-Geral da DGPC – Engº Carlos S. Simão de Carvalho
Inseridas no tema Indústria Fitofarmacêutica – Distribuição, Comercialização e Gestão de Embalagens, foram apresentadas comunicações que protagonizam uma visível mudança nesta área complexa e carenciada em termos legislativos.

A interferência da sociedade europeia na actividade agrícola traduzida na Nova Política Agrícola Comum lança ainda mais questões sobre o futuro quando nos aproximamos do alargamento. A obtenção de produtos agrícolas e seus transformados tem cada vez mais intervenientes: não só aqueles que actuam directamente no processo produtivo mas também aqueles que regulam esta actividade.

Não existe dúvida que a mudança, inerente ao processo evolutivo e desenvolvimento dos vários sectores da economia se tornou numa constante. Se é verdade que algumas áreas do Sector agrícola se encontram ainda a viver a adaptação à mudança, também o é que outras já se encontram a traçar novas alterações perspectivando um futuro viável em que Tecnologia e Ambiente crescem lado a lado. E esta escada de evolução só é visível promovendo espaços de encontro e confronto entre todos os intervenientes.

   
 
 
 
CONTACTO ANIPLA:
Mónica Onofre
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